Ora não venha me dizer que acredita , quando bem sei que o que minha boca disse teus olhos não puderam ver.
Bem sei que minha verdade, para tu, foi um som mudo como de mestres que explicam teorias só por que existem.
Ora, não venha me dizer que acreditasse naquele monte de palavras, quando na verdade, TUA verdade te diz que fico em silêncio quando não devo, e falo quando não é preciso.
Não venha me dizer que acreditou, por que me parece que ali foi criado o silêncio que não fiz, só para que tuas certezas pudessem ser minhas.
Pude ouvir teu olho fechando, tua voz piscando, teu ouvido filtrando a mim.
Ora, então não me diz que acredita, quando sei que apenas tua verdade é importante...
...para ti.
“Branca de Neve”: Uma versão pálida
Há uma semana